Wicca - Murmurio Antigo

                 Deusas do Amor D - H

 

Dzydzilelya – (Polaca/Eslava) é uma Deusa do amor, casamento, sexualidade e fertilidade. Ela é similar a Vénus, Afrodite, Freya e outras deusas desta natureza.

Ezili ou Erzulie – (Africana/Haitiana) é uma Deusa Lunar muito elegante. Gosta de flores, jóias, belos vestidos e delicados perfumes. No seu aspecto luminoso é regente do amor, da alegria, da beleza, da magia, da cura e da boa sorte; no seu aspecto escuro, em vez de propiciar o amor, ela provoca ciúmes, egoísmo, discórdias e vingança. Rege a água e é representada como sereia ou serpente aquática.
Freya – (Nórdica) é a Deusa-Mãe da dinastia Vanir, na mitologia nórdica. Filha de Njord, o Deus do mar, e de Skadi, a giganta Senhora dos invernos e Caçadora das montanhas. É a Deusa do amor, sexo e fertilidade, da beleza e da atraação, da luxúria, da música e das flores. Com o seu colar Brinsingamen (que é um equilíbrio da Serpente de Midgard – que roía as raízes de Yggdrasil, e um símbolo de fertilidade), é associada à Lua Cheia. Já no seu aspecto de Valfreya, Rainha das Valquírias, esta Deusa é associada à Lua Nova e é a condutora das almas dos mortos em combate. Freya era a única que cultivava as maçãs douradas das quais se alimentavam os deuses, conferindo-lhes a graça da juventude eterna.
Freya era também a Deusa da magia e da adivinhação, sendo ela quem iniciava os deuses na arte da magia. São lhe sagrados o gato, o falcão e a andorinha.

Frigga – (Nórdica/Germânica) é uma Deusa do Amor, da União e do Destino. É a suprema Deusa-Mãe dos Deuses Aesir. Frigga está associasa ao início do Ano Novo. A noite mais longa do ano (Yule) era-lhe dedicada. Os animais consagrados a esta Deusa são: o ganso, o gato, o porco, o pardal e o cavalo.
Hathor – (Egípcia) é uma Antiga Deusa Egípcia que personificava os princípios do amor, maternidade e alegria. Era uma das deidades mais cultuadas e popular da História do Egipto Antigo. Associada à música, dança, terras estrangeiras e fertilidade, ajundando as mulheres a dar à luz. Representada por vacas.
Hnoss & Gersemi – (Nórdica) as duas filhas de Freya, Hnoss (que significa tesouro) e Gersemi (jóia), são consideradas a continuidade ou aspectos da beleza materna e eram reverenciadas como Deusas do amor. O seu dom era o de despertar amor e aumentas a capacidade de entrega das pessoas. Representadas pela pomba e gata e pela água e o fogo.

                       Chá contra insónias

    
     Olá! Muitas vezes, por causa do estudo, por exemplo, o horário biológico tende a desregularizar.
Como consequência, há alteração de horários e de "apetites" de sono.
A verdade é que tenho insónias já há bastante tempo, e não faço ideia porquê.
Bem, vou deixar-vos aqui é um post sobre um chá que ajuda a regular o sono e que assegura um descanso tranquilo:

- 30g folhas de erva - cidreira (Melissa)
- 30g de maracujá
- 20 g de pétalas de papoila
- 20 g de flor de laranjeira

  1. Coloca-se a mistura num tacho e ferve-se em água durante meio minuto. Deixa-se repousar, tapada, mais 10 minutos.
  2. Côa-se a infusão e adoça-se com mel (ou com nada, que é assim que eu gosto). Deve tomar-se em pequenos goles depois do jantar.

Divirtam-se e apreciem*

                      Deusas do Amor A - C

 
     Há, deveras, muitas Deusas do amor, até porque há, normalmente, mais que uma (deusa associada ao amor) na mesma religião. Foi, portanto, difícil, estar a escolher quais iriam aparecer no post e quais não. Vão poder ler abaixo alguns nomes de Deusas do amor e as suas outras associações.
Afrodite(Grega) é uma Deusa do amor, do prazer e da beleza. A murta, a romã, a maçã, a pomba, o pardal e o cisne são-lhe consagrados.

Aine(Irlandesa) é uma Deusa primária irlandesa do amor, Verão, saúde e soberania. É associada ao sol e ao Lammas, e, algumas vezes, é representada por uma égua vermelha. Também lhe são sagrados as plantações férteis, o gado e o ganso selvagem. A Deusa/Rainha das Fadas.

Arianrhod(Celta/ Galesa) é a guardiã da “Roda de Prata”, considerada uma Deusa do amor e da aabedoria, representa os elementos ar e água. É também Deusa da Reencarnação, do tempo cósmico, do karma, da Lua Cheia, dos namorados e a Gande Mãe Frutuosa. É filha de Don, a Deusa-Mãe gaulesa (equivalente à Deusa Dana Irlandesa). Na tradição celta, esta Deusa apresentava-se de dupla forma, como Virgem e Mãe, padroeira da Lua, da noite, da Sexualidade, da Justiça, da magia e do destino. Mais tarde, é apresentada como uma Deusa-Mãe, girando a Roda de Prata e transformando-a numa barca lunar.
Branwen(galesa) é uma Deusa do amor e da beleza. É considerada a “Vénus dos mares do Norte”. Ela é uma das três matriarcas da Grã-Bretanha, com Rhiannon e Arianrhod. Filha do Deus da mar, Llyr, ou Lir. Tem como símbolos o caldeirão, a Lua Prateada, o corvo branco, a pomba e o estorninho. O branco é cor sagrada desta Deusa do Coração Puro.

Cythera (Grega) é um dos nomes de Afrodite, Deusa do amor, derivado da cidade de Cythera em Creta, ou da ilha de Cythera, aonde dizem que a Deusa apareceu pela primeira vez e onde tinha um tempo para celeração.

 

                       Wicca - Tradição Ibérica

   

          Olá e bem-vindas(os)! Este site destina-se a fornecer informação e, para quem quiser receber de coração aberto, aprendizagem.

          No post de hoje vão poder ler um texto introdutório, explicativo, mas sobretudo informativo sobre a Tradição Ibérica. Pois, visto ser de nacionalidade Portuguesa, achei interessante apresentar, aos que ainda não conhecem uma Tradição desta linda Península que é a Porteira do Mediterrâneo e do Atlântico e Vizinha de África.

          A Tradição Ibérica, baseia-se no culto aos Deuses outrora cultuados nestas mesmas terras, é uma Tradição antiga, mas renovada, sem fugir aos conceitos e preceitos de antigamente. No passado, a Península Ibérica foi alvo de influências de vários povos, como os Celtas (Celtibero foi o povo que resultou do cruzamento entre o poco Celta e o Ibero), os Fenícios, os Cartagineses, Romanos, Seuvos, Visigodos, Árabes e, ainda assim, as divindades cultuadas pelo povo Ibero não foram misturadas com as de outros Panteões.

          Os antigos que viveram e percorreram as terras que hoje eu caminho adoravam os seus Deuses - diferenciando, os cultos, entre tribos e regiões - , amavam e respeitavam a natureza e os seus Espíritos, colhiam os alimentos e caçavam com bravura, e ainda assim, com respeito.

          Como Ibéricos temos uma Tradição ancestral na qual muitas das práticas exteriores foram absorvidas pela Religião Católica surgindo mais tarde em épocas festivas tais como o Entrudo, Pascoela e Natal, sendo nada mais que as datas aproximadas das festas aos Deuses desta Tradição.

          "O espírito religioso dos romanos baseava-se na importação dos Deuses das várias regiões conquistadas e, assim como quiseram absorver os poderes das tribos, assim pensavam os nomes dos Deuses locais e os aplicavam conforme as conveniências, sem contudo neles existir o verdadeiro sentido mágico-religioso." (texto retirado do site da Federação Pagã em Portugal). 

           Assim aconteceu com a  Deusa Atégina que, após a romanização, virou Próserpina, nome deveras conhecido na mitologia romana, mas que muito antes de Roma se instalar, já os povos locais conheciam a lenda da descida da Deusa aos mundos inferiores, só que de outra forma. Aliás, este mito é comum à alma grupo universal do Neolítico ao Calcolítico e decorrentes.

          E, cinco séculos antes de Roma, haviam já chegado os Gregos e Fenícios e, posteriormente os Cartagineses que não forçaram os povos que aqui habitavam a Religiões impostas, uma vez que esta zona da Península lhes interessava apenas a nível económico, mas foram bastantes influentes na passagem de segredos e mistérios aos Sábios tribais dos Santuários primitivos, já existentes na Península. Não nos poderíamos alhear também da importância trazida pelas culturas Fenícia e Grega e cuja cultura resplandecente causou assombro e respeito aos povos nativos do litoral com os cultos de Baal Merkart e de Tanith de Cartago, outrora aqui cultuados na Nazaré, entre outros...

          A Tradição tem uma ancestralidade reconhecida num panteão autóctone, quase livre de influências exteriores, e nos variadíssimos vestígios históricos, que cada vez mais surgirão à luz dos homens.

          O Panteão Ibérico é rico e tribal. As divindades que cultuam existem nas antigas regiões da Bética, da Lusitânia e da Calaecia, e, entre as várias Divindades, cultuam as seguintes:

EndoVellico - o Curador;
Aerno - O senhor dos Ventos,
Atégina - A Deusa Mãe;
Trebaruna - A Guerreira e Protectora;
Tongoenabiagus - O Fertilizador;
Tanira - A deusa das Artes;
Nabica - Deusa das Águas; e Brigantés - Deusa guerreira (Norte).

 

 

 

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